Espasticidade

A espasticidade pode ser provocada por diversas patologias, como o acidente vascular cerebral (AVC), o traumatismo craniano, a esclerose múltipla, a paralisia cerebral, etc… Os membros espásticos, contraídos constantemente, perdem a elasticidade e podem provocar dores e problemas de mobilidade. Com a Ipsen, empenhada a longo prazo no tratamento da espasticidade, descubra as caraterísticas e as causas deste sintoma, as maneiras de diagnosticá-lo e os diversos tratamentos possíveis.

É necessária uma análise clínica rigorosa para determinar a importância, as consequências reais e a os locais acometidos pela espasticidade. Para fazer um diagnóstico, o médico avalia:

  • A resistência do músculo do membro afetado no estiramento;
  • O impacto da espasticidade na atividade diária do doente. A espasticidade só é tratada se provocar um problema funcional que possa ser minimizado através de tratamentos.
  • A potencial “utilidade” do tratamento, sobretudo quando a espasticidade permite contrabalançar outro deficit de origem neurológica (a hipertonia muscular permite, por exemplo, ficar em pé apesar de uma fraqueza ou uma paresia –  paralisia parcial – do membro inferior). Reduzir a espasticidade tem, neste caso, um impacto negativo na mobilidade do doente.

A espasticidade se desenvolve de forma progressiva

É necessária uma análise clínica rigorosa para fazer o diagnóstico

Nem todos os doentes espásticos necessitam sistematicamente de tratamento

Última atualização 06/10/2017